Jovem amputada sonha com emprego


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Rosilene Aparecida de Mello começou a trabalhar como pespontadeira aos 18 anos. Aos 23, um acidente de moto na Rodovia Cândido Portinari fez com que ela perdesse a perna esquerda e ficasse impossibilitada de continuar no emprego. “Fiquei 12 dias em coma, tive fratura exposta no braço e precisei amputar a perna”, disse Rosilene.


Mesmo diante das dificuldades, a jovem sempre sonhou em voltar a trabalhar e, no fim do ano passado, quatro anos depois do acidente, foi chamada para fazer parte do Programa de Reabilitação Profissional do INSS. “Me encaminharam para o programa e, desde então, passei a ser acompanhada por um assistente social. A minha perícia está marcada para agosto”.


A segurada, que recebe um salário mínimo de benefício, deseja voltar a trabalhar agora em um escritório ou consultório médico. Para isto, fez os cursos de telemarketing e auxiliar administrativo. “Só não posso fazer um trabalho que fique em pé e seja pesado e repetitivo”. Rosilene usa muletas para se locomover.

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