Delegado prende acusada de manter casa de prostituição


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INTOLERÂNCIA - Delegado João Walter Tostes, em apenas nove dias, prendeu duas vezes a mesma mulher acusada de favorecer prostituição na Estação
INTOLERÂNCIA - Delegado João Walter Tostes, em apenas nove dias, prendeu duas vezes a mesma mulher acusada de favorecer prostituição na Estação

Pela segunda vez em apenas nove dias, o delegado João Walter Tostes prendeu em um mesmo lugar, uma mulher acusada de manter uma casa de prostituição na Estação. Na semana passada, ela se livrou da cadeia pagando fiança de R$ 400. Desta vez, pela reincidência no crime, a proprietária do prostíbulo foi recolhida na cadeia feminina de Batatais.


MGL, 61, dona de um imóvel localizado no Bairro da Estação, foi presa em flagrante na noite de sexta-feira. O delegado que estava de plantão recebeu denúncias de que o local, o mesmo que já havia fechado na semana passada, estava novamente aberto e recebendo “garotas de programa”. João Walter e o investigador Cintra foram ao estabelecimento e confirmaram a presença de mulheres e clientes que estavam na casa para prática de sexo, mediante pagamento.


Segundo o delegado, quartos estavam com camas prontas para serem usadas pelas mulheres e clientes. Seis “garotas de programas” foram retiradas da casa e também conduzidas para o plantão, onde foi registrada a ocorrência de casa de prostituição. Diante das evidências, os policiais deram voz de prisão para a dona da casa. Ela foi indiciada pelo artigo 229, que é manter, por conta própria ou terceiro, casa de prostituição ou lugar destinado a encontros para fim libidinoso.


No último dia 8, durante a Operação Nove de Julho realizada pela Polícia Civil em toda a cidade, a mesma mulher e uma outra, que também estava no local, foram levadas para delegacia e só não ficaram recolhidas porque pagaram fiança de R$ 400 cada uma.


O delegado disse que o imóvel também estava abrigando menores fazendo uso de bebida alcoólica. Um adolescente foi surpreendido durante a operação bebendo cerveja.

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