Os leitores que acompanham o dia-a-dia de Franca através das páginas do Comércio há 20, 45, 70 ou quase 100 anos, assistiram ao jornal ganhar vida, se adaptar. A evolução é evidente, principalmente, em mudanças na organização de textos, imagens e cores das páginas. Foi assim em 1973, quando, sob a regência do jornalista Corrêa Neves, o jornal passou a ser editado com separação por assuntos e mudou do formato tablóide para o atual standard.
Porém, o Comércio como conhecemos hoje surgiu após uma grande reforma gráfico-editorial, em 1998, quando toda a estrutura do jornal foi alterada. A empresa Auto-gráfica foi a responsável pela concepção e pelo desenvolvimento do projeto com modernos conceitos de design mundial utilizados até hoje.
Para Denise Silva, editora executiva do Comércio, houve um grande avanço. “Ele deu tão certo e as pessoas estão tão acostumadas, que você não pode ficar mexendo demais. O leitor precisa abrir o jornal e imediatamente reconhecer o Comércio. Mesmo assim, a busca por melhorias é constante. Muitos cadernos e páginas ganharam novos layouts para atender exigências dos próprios leitores”, disse ela.
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