Franca é destaque no combate à pirataria


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A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca está entre as três delegacias de polícia do Brasil convidadas pelo USPTO (Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos) do Consulado Americano no Rio de Janeiro, a relatar a experiência no combate a produtos “pirateados”. Pelo trabalho desenvolvido na região, a unidade policial francana, através do delegado adjunto Márcio Garcia Murari, irá realizar uma palestra no mês de setembro em Recife, na Cúpula de Propriedade Intelectual. Pelo Estado de São Paulo, também foram convidados a participar do evento chefes de uma das unidades do DEIC da capital e da DIG de Santo André.


O convite aponta a Polícia Civil de Franca, propriamente a DIG, como destaque nacional no combate à produção e venda de produtos falsificados. “Nós recebemos a informação do Consulado Americano no Rio de Janeiro, apontando como positivo os resultados das ações que desencadeamos no combate à pirataria. Isso muito nos orgulha. Fomos também convidados a discorrer sobre um tema no primeiro dia do evento que irá acontecer em Recife”, disse Murari.


De acordo com o documento enviado à Delegacia Seccional pelo Consulado Americano do Rio de Janeiro, o evento contará com especialistas que irão discutir temas relacionados ao combate à pirataria em vários segmentos, como Indústria de Direitos Autorais, Ambiente Digital, Indústria de Esportes e Marcas, além do Papel da Polícia na Aplicação da Lei dos Direitos de Propriedade Intelectual.


Segundo o delegado, a DIG de Franca foi escolhida devido às inúmeras ações e apreensões realizadas neste ano. Alguns destaques foram apontados. Um deles é a operação que culminou com a descoberta de uma indústria de calçados que falsificava tênis usando marcas nacionais e internacionais famosas. Mais de 2 mil pares foram apreendidos. Outra ação destacada é o fechamento de uma gravadora de CDs e DVDs piratas, com a retirada de 22 mil mídias de circulação. “Nós perguntamos o motivo da escolha de nossa delegacia neste fórum para a Dra. Maria Beatriz Dellore, do Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, e ela foi muito clara dizendo que nossa unidade foi uma das que mais realizou ações e apreensões de produtos falsificados e pirateados, não só com a retirada de CDs e DVDs do comércio clandestino, mas também de produtos de vestuário e eletrônicos”, disse Murari.

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