Homem pode ter sido executado por colegas


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A Polícia Civil, numa investigação conjunta entre o setor de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e a delegacia de Restinga, busca pistas que levem até o assassino do pespontador desempregado Weberti Leme Batista, 29, executado com tiro na cabeça. O corpo foi desovado num canavial localizado na Fazenda São Geraldo, na divisa entre os municípios de Restinga e São José da Bela Vista. O corpo da vítima foi localizado no último domingo.


Até o momento, o cruzamento de informações leva a polícia a acreditar que Batista poderia ter sido morto por desavenças com algumas pessoas ligadas ao seu círculo de amizades.


As primeiras declarações sobre a morte do pespontador foi passada na tarde de ontem, na sede da DIG, pelo delegado Márcio Murari, que comanda a equipe de homicídios da unidade policial. Murari acredita que a vítima foi executada por uma pessoa conhecida dela. “Há forte evidência de que ele (Weberti) foi morto por pessoas do seu círculo de amizades. Nós estamos trabalhando com o objetivo de identificar estas pessoas e chegar até o verdadeiro autor”, disse o delegado.


A polícia não revelou o teor das investigações, mas fontes ligadas à DIG, informaram que Weberti Leme Batista pode ter sido assassinado após um desentendimento motivado por um desacordo minutos depois de um assalto. A vítima teria participado do crime ocorrido em um posto de combustíveis localizado na região conhecida como “Buritizinho”, às margens da Rodovia Fábio Talarico. “A gente acredita que pode ter sido uma vingança, mas pode ter sido até um desacerto, pois segundo informações que tivemos, ele e outros comparsas teriam participado de roubos na região”, disse o delegado Márcio Murari.

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