Perdoar ou não perdoar?


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Eu me pergunto: dinheiro paga sofrimento? Até quando nossas leis serão falhas? Quantos ainda terão que sofrer até que se faça alguma coisa?

Sheila Oliveira
Franca - SP

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Viva o dinheiro! Dinheiro compra tudo, consciência, moral e até perdão. Não discuto aqui o perdão dado pela vítima ao atropelador mas o fato em si. Fosse alguém pobre, sem tivesse dinheiro para pagar indenização, seria perdoado?
Ricardo
Franca - SP

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Penso que se a vítima o perdoa, não seremos nós a condená-lo. Erros todos cometemos. Que atire a primeira pedra quem não tem do que se arrepender. Não cabe a nós julgamento de valores ainda mais supondo que se o réu tivesse conseguido fugir – já que tentou –, indenizaria a vítima. Também não garante que se não estivesse nas mãos da justiça, estaria arrependido. Fato é que, pelo bem de todos, não conseguiu fugir e está respondendo por seus erros. Responder criminalmente é uma consequência que provoca profundo arrependimento. Em minha opinião, está tudo certo: a vítima recompensada e o réu preso.
Rosa Santa Batista
Franca - SP

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O dinheiro quer falar mais alto que a justiça. Eu acredito que o STJ não vai conceder liberdade provisória ao atropelante pois não foi só contra o frentista que ele cometeu infração. Fez também contra a sociedade pois desrespeitou a lei em várias circunstâncias. Tem que ser punido. R$150 mil não paga o que ele cometeu contra a sociedade e não o credencia como uma pessoa que se arrependeu (...).
Delci Liberti
Franca - SP

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