Quem disse que não dá para trabalhar e se divertir ao mesmo tempo? O agente de viagens Gustavo Heker de Souza, 36, garante que consegue, através da sua profissão, fazer as duas coisas muito bem. No fim do ano passado, por exemplo, ele esteve por 13 dias na França e na Itália acompanhando um grupo de 35 francanos. Em setembro deste ano, ele vai, mais uma vez, aproveitar uma oportunidade de unir trabalho e lazer. Gustavo acompanhará um grupo que vai a Portugal e Espanha.
Na viagem do ano passado conheceu Paris, Versalhes, Milão, Veneza, Pádua, San Gimignano, Florença, Siena, Roma, Nápoles, Pompéia e a Ilha de Capri.
Gustavo viajou com a companhia Ibéria Linhas Aéreas até a França, mas antes disso fez uma conexão em Madri. Entre Paris e Veneza o grupo viajou com o TGV (Trem de Grande Velocidade Francês) e o restante do transporte foi feito em ônibus exclusivo para os turistas de Franca. “O roteiro que fizemos foi maravilhoso, pois escolhemos o melhor da França e da Itália. Os lugares que mais gostei foram Veneza, San Gimignano e a Ilha de Capri, que é maravilhosa. Não tem como não voltar de lá encantado”, garante o agente.
A viagem de Heker custou em torno de 3,5 mil euros, com passagem e passeios inclusos e o valor pode ser dividido em até 10 vezes.
Apesar de toda a beleza dos países e cidades europeias, Gustavo adverte para um cuidado que todo turista precisa ter na Europa: com os batedores de carteira. “Em geral há muitos batedores por lá. Não existe a violência que temos no Brasil, mas eles te roubam e você não nota”, conta.
Cada cidade em que Gustavo esteve é lembrada por um motivo especial. Paris, por exemplo, pelo show do Moulin Rouge. De Versalhes, na França, ele se recorda do magnífico castelo, enquanto que de Veneza, além dos canais onde fizeram o tradicional passeio de gôndola, a Serenade, no qual duas pessoas os acompanharam tocando acordeon e cantando clássicos da música italiana. Nesta última cidade, por sinal, ele recomenda um jantar no restaurante Antica Carbonera, um dos mais tradicionais de Veneza e datado do século 19. “No nosso grupo estava incluso o jantar no pacote, mas ele custa em torno de 100 euros”.
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