O drama vivido pelo casal e seus cinco filhos que tiveram a casa incendiada há quase uma semana já era de conhecimento do secretário municipal de Ação Social, Roberto Nunes Rocha. Procurado pela reportagem do Comércio ontem, ele disse que, no dia do incêndio, sua equipe esteve presente no local oferecendo apoio. “Nossos assistentes sociais visitaram o local, para constatar quais as reais necessidades enfrentadas por estas pessoas. Elas não precisaram de abrigo naquele dia porque contaram com a ajuda de seus próprios familiares”, disse.
De acordo com o secretário, o poder público pode atuar em várias frentes para prestar auxílio à família, como por exemplo fornecendo alimentos e roupas. “O Cras (Centro de Referência em Assistência Social) Sul, próximo de onde eles moram, está de portas abertas para continuar dando apoio para essa família. De acordo com o que eles tiverem necessitando, nós iremos continuar ajudando, basta eles comparecerem por lá”, disse Roberto Nunes.
Se for necessário, a assistente social irá inseri-los em um programa de transferência de renda. Entre os programas com os quais a família poderá se beneficiar estão o Bolsa Família, que oferece uma ajuda financeira de em média R$ 180; o Renda Cidadã, com a ajuda no valor de R$ 60, e o Renda mínima, no valor de R$ 100.
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