Bancos só se preocupam com a segurança patrimonial deles, haja vista as indefectíveis portas giratórias com detectores de metais...
José da Silva
Franca - SP
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É realmente uma festa. Eu, que vivo como a grande maioria dos francanos, proletários, trabalhadores formais, sapateiros, industriais, donas de casa, estudantes, pessoas comuns que somos, ficamos de boca aberta ao saber, pelo jornal, que uma pessoa que lutou quase que por uma vida inteira, economizou os trocados para, numa infeliz ocasião, ir no banco, sacar para reformar sua casa e, logo após, ser esperado pela marginalidade com violência, e ficar sem o que tinha. Nosso âmago é ferido por moleques que, no fundo, só têm maldade em seus corações. Humildemente me coloco no lugar do assaltado. Sinto-me impotente, triste, sozinho. Como reagir em situação de roubo violento. Como pode a pessoa não chorar e clamar por justiça? Hoje em dia as pessoas de bem estão sofrendo muito mais do que as pessoas de bem de antigamente. Antes, em Franca, quase todo mundo se conhecia. Os conflitos eram resolvidos na base da confiança. Hoje não. Vivemos em meio a um medo profundo. A cidade continua crescendo rapidamente e, por enquanto estamos livres de favelas. Também não temos ainda um ideia sobre o tamanho desta terra. Tivéssemos, estaríamos ainda mais preocupados. Penso, no entanto, que não devemos nos deixar vencer. Ações voluntárias de nossos cidadãos, apoiadas pela estrutura municipal, podem fazer a diferença. Não é devaneio. Somos agentes ativos de nossa própria história. Por isso é que devemos encontrar fórmulas adequadas de participação por uma cidade mais justa, menos violenta, em paz consigo mesmo. (...).
Antônio de Pádua Pinto Filho
Conselheiro deste jornal -Franca - SP
Conselheiro deste jornal -Franca - SP
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Concordo em parte com o capitão Max Wilson (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=57067). Os bancos deveriam colocar proteções para evitar que seus clientes continuem desprotegidos na hora de sacar nos caixas. As pessoas não deviam sacar dinheiro vivo mas, por outro lado existem situações que pagamentos precisam ser feito em dinheiro, a exemplo do que você paga para uma equipe de pedreiros nas sextas-feiras. A coisa está feia. Na maioria dos postos de combustíveis só se abastece com dinheiro vivo. Desconfia-se cada vez mais dos cheques. A polícia, a Prefeitura e os bancos é que deveriam providenciar soluções para os cidadãos e contra os bandidos.
Delci Liberti
Franca - SP
Franca - SP
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