Malote com cheques desaparece durante voo


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As polícias de Franca e Itaú de Minas (MG) tentam desvendar um mistério: o desaparecimento de um malote contendo talões de cheques, ocorrido durante o transporte aéreo entre as duas cidades. O voo ocorreu em outubro do ano passado, o banco só descobriu o crime em dezembro e a polícia de Franca entrou no caso em janeiro. Sexta-feira, o delegado Márcio Murari confirmou que a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) investiga o caso.


Uma empresa de segurança de Londrina (PR) foi contratada para fazer o transporte aéreo de malotes com talões de cheques de Itaú de Minas até Franca. Os malotes chegaram no aeroporto no dia 9 de outubro e seguiram para São Paulo em um avião fretado. Dois meses depois, representantes do banco procuraram a polícia de Itaú de Minas para denunciar o furto de um dos malotes.


O crime foi descoberto quando cheques começaram a circular em cidades do interior de São Paulo. Ao cruzar dados do sistema de segurança, o banco descobriu que estes cheques nunca chegaram ao destino. A polícia de MG apurou que o malote foi furtado durante o voo ou no aeroporto de Franca e pediu ajuda para a DIG.

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