De quem é a praça?


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Quando será que Prefeitura e Polícia Militar se sentarão à mesa para buscar a solução para uma série de situações? Um exemplo: a anarquia na praça central, especialmente nas tardes e noites de domingo, quando é tradição o passeio das famílias para levar as crianças e curtir a banda. Uma senhora me dizia que se continuar assim, com a atitude desrespeitosa de certos rapazes e moças no local, ela vai abandonar esse costume. Sem contar as depredações que acontecem na praça pública. É lamentável, mas ninguém faz nada para corrigir. Nem prefeitura nem polícia.

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