Repórteres do GCN revelam histórias da copa da África


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O caderno especial da Copa do Mundo 2010 - que começa a circular a partir de hoje, 6, e vai até o final da competição, em julho - é a concretização de um projeto pioneiro concebido ainda no ano passado, colocando o jornal em lugar de destaque entre os veículos de comunicação do interior paulista. O repórter Rodolfo Tiengo e o fotógrafo Marcos Limonti estão desde o final de abril na África do Sul, mostrando diferentes aspectos da realidade tão diversificada e rica daquele país.


A cobertura do GCN Comunicação na Copa começou quando os jovens jornalistas aterrissaram na Cidade do Cabo, o principal destino turístico da nação. Desde então, leitores e ouvintes de Franca e região têm acompanhado um olhar diferenciado sobre o país e sua cultura, através de posts diários no blog Comércio na Copa (comercionacopa.wordpress.com), boletins para os programas jornalísticos da Rádio Difusora AM (1030 kHz) e reportagens especiais para o Comércio.


Agora com base em Joanesburgo, o gigante centro econômico da África do Sul, a reportagem do GCN dá sequência ao trabalho multimídia, garantindo um olhar diferenciado e analítico do mundial da Fifa. Os problemas da África do Sul, os impactos da realização do Mundial sobre a população sul-africana, a rotina da seleção brasileira, histórias de vida, tudo isso pauta o expediente dos correspondentes internacionais.


Essa cobertura do GCN Comunicação está sempre de olho em aspectos diferenciados, a fim de colocar o francano na primeira fileira deste acontecimento tão importante para a África do Sul e para o mundo.

REDOMA DE VIDRO
Acompanhar a rotina da seleção brasileira não é tarefa das mais fáceis na África do Sul. Reforçado esquema de segurança e restrições burocráticas dificultam o trabalho de jornalistas não credenciados pela Fifa, como é o caso do GCN.

Apesar de ter se antecipado e enviado em tempo os documentos de credenciamento, a reportagem não teve sua solicitação atendida, uma experiência que evidencia a alta restrição por parte dos organizadores.

A reportagem esteve nesta semana no treinamento da seleção brasileira, na Randburg High School, e foi barrada na portaria. Isso não impediu o trabalho, que foi feito aproveitando a situação para sentir o clima do lado de fora do treino. Ficamos na mesma condição dos torcedores, que também vieram de longe e estão aqui para ver de perto seus ídolos.

Também notamos que o policiamento é extremamente atento e comete até exageros, como pudemos presenciar em Randburg. Enquanto um grupo de torcedores tentava observar os jogadores através do alambrado e em meio às árvores que cercam o recinto, um dos guardas contratados para trabalhar na segurança da delegação absurdamente ordenava que os fãs saíssem da calçada.

Os próprios estudantes da escola são evacuados para que Dunga e sua equipe possam iniciar o treino. Fora a questão burocrática e o rígido policiamento, que de certa maneira tiram de nós a possibilidade de levar mais detalhes aos leitores de Franca, por aqui é preciso estar atento aos trajetos, sempre demorados. Park Town, em que a reportagem está hospedada, fica a 30 minutos de carro do centro de treinamento em Randburg e do Fairways Hotel, onde a comissão técnica e os jogadores estão concentrados.

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