Entidades aprovam iniciativa da festa


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Com caráter filantrópico, o 1º Arraiá da Difusora agradou as entidades assistenciais já na primeira noite. Com casa cheia, algumas instituições precisaram repor o estoque. As voluntárias da ONG Secos e Não Molhados inovaram na venda de doces. Para comercializar cartuchos surpresas, elas penduraram as embalagens em uma barra de ferro e saíram pelo recinto. Eufórica, a fundadora da ONG, Fátima Andrade, comemorava a iniciativa. "Vamos vender os 70 cartuchos que fizemos e ainda produzir mais".


Conceição Ferreira, da Chácara Sorriso, também estava animada com os resultados. "Toda forma de arrecadar recursos é bem-vinda". A entidade pretende empregar o dinheiro levantado no evento na construção de um consultório médico e de uma biblioteca na chácara que fica em Patrocínio Paulista.


A ONG Caminhar, que trabalha com portadores de paralisia cerebral, fez do milho seu principal ingrediente para produzir pamonha, curau e bolo. "Este tipo de atitude é uma forma da comunidade ajudar a entidade", disse Estela Checchia, coordenadora da instituição.

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