O Congresso acabou por aprovar o projeto (que agora é lei) do “ficha limpa”, ainda que no Senado tenham alterado uma palavrinha que pode salvar temporariamente alguns deles. Mas agora o eleitor é quem deve passar tudo a limpo, riscando de sua lista os nomes já bem manjados e que não têm qualidade moral de nos representar. Assim como se colhe referências de um empregado ou empregada antes de contratá-lo também devemos ter esse cuidado antes de votar. Só assim vamos tirar fora os mais enrolados.
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