O BRASIL PODE...


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...estar crescendo a taxas chinesas, mas não é a China. A avaliação partiu da revista britânica The Economist. “Como ainda poupa e investe pouco, o País está restrito a um limite de 5% (de crescimento anual) no máximo”. O texto salientou que a situação atual deriva, em parte, das medidas de estímulo adotadas durante a crise. O problema apontado por críticos desse modelo, segundo a The Economist, é que muito desse gasto governamental extraordinário está se tornando permanente. “E a economia está começando a se parecer com um Toyota com o acelerador preso no chão”.
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