"Será que..."


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Até quando vamos esperar por soluções contra a violência? Minha residência foi assaltada e integra as estatísticas... Foi em abril e até hoje estou traumatizada. Não recebi nenhum telefonema, nenhuma comunicação para reconhecer alguém que tenha sido preso, ou pelo menos para informar se encontraram algo que foi levado. Eu levanto todos os dias às 5h30 e trabalho até 18h00. Não tenho o melhor salário mas agradeço a Deus por meu trabalho digno. Não posso pensar em usufruir nada pois pode apareceroutro bandido e levar – de novo – o que consegui com meu suor. Em paralelo, é muito triste ver políticos que usam do cofre público para aumentar seus próprios salários, mas é mais triste ainda ver policiais envolvidos em crimes como os que se noticiam nos últimos tempos. O pior é que estamos perdidos em um mundo sem ética e sem noção dos deveres e direitos dos cidadãos. Será que só quando algum político ou policial, delegado ou mesmo um marginal for atacado, assaltado, assassinado, serão tomadas atitudes?

Mara
Franca - SP
 
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A questão não se resume a ter ou não uma polícia bem preparada. É preciso ter, isto sim, leis que não atentem contra a população e a favor da marginalidade. A bandidagem continua fazendo o quer. Sabem que a lei vai favorece-los, se forem pegos; que não cumprirão as penas totais que lhes imputarem e que em curto tempo estarão de novo nas ruas, aterrorizando os cidadãos de bem. Rever as leis é indispensável. Nossas casas, refúgio sagrado contra a violência, não são mais. As mudanças indispensáveis deveriam começar "lá em cima", com os governantes, mas não. Acostumaram-se a preocuparem-se mais com os próprios bolsos e nada com o povo.
Letícia
Franca - SP

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