O Poupatempo será instalado no antigo prédio do Comércio, na Rua Ouvidor Freire, no Centro. Ele foi escolhido depois de uma licitação realizada em 1º de setembro de 2008. Além do jornalista Corrêa Neves Júnior, diretor responsável do jornal e dono do imóvel, outros quatro participantes disputaram o certame. Ao oferecer o menor preço dentre os que atendiam as especificações técnicas, Corrêa Neves Jr. venceu a licitação pública. O contrato de locação do imóvel foi firmado em junho de 2009. Na oportunidade, a então empresa responsável pelas obras apresentou o projeto de adequação aos representantes de Corrêa Neves Jr. e recomendou que fossem retirados madeiramento, telhas e fiação.
Antes que as obras começassem, o governo desclassificou a empresa por problemas em obras de outras unidades do Estado.
A retirada dos materiais, conforme recomendação da empresa, não havia sido formalizada. O governo do Estado protestou. Notificado, Corrêa Neves Jr. reconheceu a falha imediatamente e se prontificou a fazer o que fosse necessário para que o Estado não sofresse prejuízo. Uma defesa por escrito foi apresentada e aceita pelo governo em agosto do mesmo ano. Ficou acordado que 22 meses de aluguel seriam descontados para sanar quaisquer prejuízos.
Até hoje, nenhum pagamento foi feito a Corrêa Neves Jr. O Estado só começa pagar os alugueis em agosto de 2011, conforme pactuado. A economia para o Estado supera os R$ 300 mil. Um novo processo licitatório foi realizado e outra empresa foi escolhida para gerir o Poupatempo local. O contrato com a nova gestora foi finalmente assinado na sexta-feira. As obras começam nos próximos dias e tem previsão de serem concluídas ainda nesse ano.
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