Falta de três psiquiatras prejudica atendimento


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O atendimento de psiquiatria na Rede Pública de Saúde em Franca para pessoas que sofrem com distúrbios mentais como depressão, esquizofrenia e dependência química, por exemplo, acontece de duas formas: pela rotina nas UBSs e no Ambulatório de Doenças Mentais e em urgência no Pronto-socorro “Dr. Janjão”.


Segundo o secretário municipal de Saúde, Alexandre Ferreira, o paciente que passa pela unidade básica e precisa de atendimento de psiquiatria é encaminhado para o ambulatório. Em outra situação, quando o doente não está internado e surta, vai para o atendimento de urgência realizado no pronto-socorro e depois, se precisar, para o Hospital Psiquiátrico Allan Kardec.


Para o presidente do hospital, Wanderley Cintra, os problemas surgem em dois pontos da rede: no ambulatório, que deveria contar com cinco psiquiatras, mas tem apenas um; e no Janjão, que não seria a unidade apropriada para fazer o atendimento de urgência a esses pacientes. “Há um ano e meio, o serviço era prestado pela Santa Casa de Franca. A mudança prejudicou a todos”, disse Cintra.

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