Já decidiram...


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Já sabem o que é o mundo e como ele deverá ser para que o projeto político de governo mundial seja implantado o mais breve possível. Já decidiram que a imoralidade deve ser a arma para que a dominação seja total. O 'laboratório do sistema de acanalhamento' chamado de Brasil, está de braços abertos para os tais 'cientistas'.


No site 'Escola Sem Partido', consta uma notícia de que o Governo de Pernambuco está distribuindo cartilhas para crianças de sete a dez anos, alunos da rede pública de ensino, cujo título é 'Mamãe como eu nasci'?


Essas cartilhas ilustradas com desenhos imorais, inadequados e dispensáveis para a formação intelectual das crianças, orientam-nas passo-a-passo a se iniciarem na atividade sexual nessa faixa etária.


Curiosamente, os garotos compravam a revista Playboy o leitor sabe bem o motivo. Agora, isso não é mais necessário. O Poder Público fornece de graça. Isso não é um crime contra a infância? Onde estão as cabeças que pensam nesse País para se levantarem contra isso?


No artigo 'As cabeças e a missão', publicado no jornal O Diário do Comércio, semana passada, Olavo de Carvalho discorre sobre a desinformação instalada em nosso meio, no qual lembra Thomas More, autor da Utopia e que teve sua cabeça cortada pelo Rei Henrique VIII, pelo fato de não se conformar com a pandilha palaciana e botar a boca no mundo. Agora é diferente, escreveu ele: zelam para que as cabeças não cresçam e não seja necessário trabalho para cortar.


Já decidiram que instigarem as crianças em tenra idade a se iniciarem na atividade sexual é fundamental para o completo desmantelamento da estrutura familiar e para a dissolução do que um dia foi uma sociedade decente e sociologicamente saudável.


Já decidiram também que é proibido inalar nicotina até dentro de casa, mas fumar maconha será permitido. Só falta um pouco mais de tempo e de corrupção moral da sociedade para que haja a liberação do uso de drogas e as organizações criminosas passem a agir na 'legalidade', sem incômodos. Há um concerto mundial para que a idéia do que foi um dia a humanidade onde alguns pensavam, refletiam, e possuíam autodeterminação, seja completamente destruída sem qualquer resistência.


O Brasil tornou-se o paraíso dos estrangeiros. A badalação que a 'corriola palaciana' tupiniquim encontra mundo afora, não é de graça. O Brasil não é uma nação, é um território onde a Fundação Ford, a Fundação Rockfeller e demais associados mandam na grande mídia, na educação, mandam em tudo.


Esse País ao qual chamamos carinhosamente de Brasil é a 'ilha da fantasia', cuja bruxa do encantamento envolveu toda a população com seu feitiço, e ninguém percebe o que, de fato, está ocorrendo.


A imbecilidade é ampla, geral e irrestrita. Ocultam-se notícias por anos, censuram informações de interesse de toda a nação até no Google, e todos acreditam viverem num país democrático, mas já decidiram que tem de ser assim.


Se a população tivesse foro de comparação talvez pudesse decidir sobre alguma coisa. Mas, não. Tudo é igual. Concorrência não existe. Existe convergência. Tudo converge para o mesmo fim. O fim do Brasil como referência cultural e soberana para seu próprio povo.

 

Nadir Ap. Cabral Bernardino
Professora

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