Nossa matéria principal de hoje fala de sites interessantes aos quais as crianças podem ter acesso com facilidade. Por associação de idéias nos lembramos nesta coluna do rato, por causa da palavra inglesa mouse, a mãozinha que movimenta o cursor, aquela setinha que aparece na tela do computador. Em português falamos mouse, em Portugal os portugueses falam rato. É palavra do mundo digital, ao qual estamos integrados cada vez mais.
Mas vamos falar do rato, o bicho. Ele é conhecido do homem há mais de 10 mil anos. Quando os homens começaram a cultivar a terra, os ratos foram atrás dos cereais, entrando nos galpões onde eram armazenados os grãos. De selvagens se transformaram em domésticos. E desde então estão convivendo com os humanos, de forma perigosa, porque transmitem doenças. Como você deve saber, nem todos os animais são boa companhia para os humanos.
O rato pertence à família dos roedores. Nasce cego e sem pelos, de forma que a mãe tem de cuidar muito bem da ninhada. Já que nascem pelados, para que não morram de frio, a rata faz um ninho com pelos de seu próprio peito. O ninho fica quente e aquece os filhotes. Estes, por sua vez, até o décimo-quarto dia comunicam-se com a mãe com um assovio muito agudo, que não é percebido pelo ouvido humano. Eles informam se estão sentindo frio ou calor. Como boa mãe, a rata mantém o ninho bem limpinho.
O rato tem 9 cm de comprimento, um rabo quase do mesmo tamanho, pesa cerca de 30 gramas. A cabeça é pequena e os olhos bem grandes. Quando completa 12 semanas de vida, a rata já pode se reproduzir e, de cada vez, tem 16 crias. Como ela produz até 7 ninhadas por ano, sua multiplicação é impressionante.
Ratos são perigosos, transmitem doenças. Ratos amigos só os dos desenhos animados, como o Mickey Mouse e o Jerry, que vive brigando com Tom.
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