Até mesmo em círculos médicos, o mal de Alzheimer, que responde por cerca de 70% das formas de demência, é chamado de “Alemão”, uma alusão ao médico que descobriu essa doença degenerativa do sistema nervoso (a qual, confesso, me apavora) e atinge 24 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, o mal vem avançando, já atingindo 1,3 milhão de pessoas. A China é o país com maior número de pacientes, estimados em 5,2 milhões. Detalhe: 60% das pessoas com demência (todas as variantes) vivem em países em desenvolvimento. Em 2020 deverão ser 42,3 milhões de pessoas com demência no mundo. E eu continuo assustadíssimo com essa doença que incapacita o ser humano para absolutamente tudo. Ficando como verdadeiros vegetais. A-sus-ta-dor.
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