Antes mesmo de nascer, o Edifício Atrium já pode ser considerado um sucesso. O empreendimento voltado para a classe média alta foi lançado pela CV Lopes no fim do ano passado. Pouco mais de cinco meses depois, restam apenas três unidades disponíveis para venda. A ampla maioria já tem dono. A construção está na fase inicial e o cronograma prevê que o imóvel esteja pronto dentro de cinco anos.
O Atrium será erguido na Rua José de Alencar, próximo à Avenida Rio Branco. Ocupará um terreno de 1,5 mil metros quadrados, terá 15 andares e 60 apartamentos. Atualmente, a construtora que administra a obra está realizando os serviços de fundação. “Estamos muito satisfeitos com os resultados. O lançamento agradou em cheio e restam poucas unidades à venda. Trata-se de um investimento muito rentável. Os clientes vão ganhar com a valorização”, comentou Tainan Lopes gerente de projetos da empresa.
Os apartamentos do Atrium poderão ser adquiridos por a partir de R$ 96 mil - primeiro andar -até R$ 198 mil, como é o caso da cobertura. O pagamento poderá ser parcelado em 60 meses. A prestação mais baixa é de R$ 1.850, enquanto a mais alta é de R$ 3,3 mil. “É importante esclarecer que o tempo de construção e o custo são feitos em cima de uma estimativa. Valores e prazo de conclusão podem ser alterados dependendo da vontade do grupo. Também é preciso levar em consideração os reajustes no preço do aço e do concreto”, afirma Tainan.
De acordo com o projeto do edifício, cada apartamento terá 106 metros quadrados de área útil construída, com três dormitórios -incluindo a suíte -, lavanderia, copa e cozinha conjugadas, living com sacada, sala de jantar e três banheiros. Já os quatro imóveis mais caros disponíveis na cobertura, com o dobro da área dos convencionais, ainda terão um espaço gourmet com churrasqueira.
Os moradores terão direito a três vagas na garagem, guarita 24 horas e 800 metros quadrados dedicados às áreas de convivência: quadra, piscina, salão de festas, churrasqueira e espaço fitness. O imóvel está avaliado entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões. “O método de construção é rentável e seguro”, finalizou Lopes.
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