Notas de Falecimento e Missas


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CATÓLICA
 
S. ESCOLÁSTICA
 
480 -547- virgem, monja e fundadora - é invocada contra raios e para obter chuva - "Escolástica" significa "professora, sábia".
 
Irmã de S. Bento, S. Escolástica nasceu em Núrsia, na Úmbria, Itália, por volta de 480. Foi a fundadora e primeira superiora da Ordem das Beneditinas. Ligados por profunda amizade, uma vez por ano, os irmãos costumavam fazer juntos uma caminhada a um pequeno oratório, próximo a abadia de Montecassino. Um dia, já pressentindo que Deus a chamava, Escolástica pediu que Bento ficasse com ela e passassem a noite conversando sobre as alegrias celestes. Diante da recusa do irmão, Escolástica suplicou a Deus, que fez abater forte tempestade que varou a noite, obrigando o homem de Deus a ficar com ela, "infligindo" assim a regra do mosteiro. Três dias depois, estando em sua cela, S. Bento viu a alma de sua irmã, em forma de pomba, subir aos céus.
 
B. Hugo de Fosses
 
Séc. XIII - monge e co-fundador dos premonstratense - "Hugo" quer dizer "pensamento, espírito, razão".
 
Hugo de Fosses foi cofundador da Ordem Premonstratense. Órfão muito cedo, foi confiado aos cuidados de uma comunidade beneditina e, depois, ao bispo de Cambrai, dom Bucardo, amigo de S. Noberto. Ficou tão impressionado quando viu o nobre e rico Noberto descalço vestido pobremente, pregando o evangelho, que pediu para ajuntar-se a ele. Mais tarde, S. Noberto confiou a ele a redação das regras religiosas do mosteiro de Prémontré. Ao morrer, em 1164, o abade Hugo deixou um lastro de mais de 100 mosteiros por ele fundados.
 
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo, Editora Ave-Maria.
 
 
ESPÍRITA
 
PARA ISTO
 
'Porque para isto sois chamados; pois também o Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo.' - Pedro. (I PEDRO, 2:21.)
 
Elevada percentagem de crentes considera-se imune de todos os sofrimentos, porque, no conceito de grande parte daqueles que aceitam a fé cristã, entregar-se às fórmulas religiosas é subtrair-se à luta, candidatando-se à beatitude imperturbável.
Na apreciação de muita gente, os que oram não deveriam conhecer a dor.
 
O socorro divino assemelhar-se-ia à proteção de um monarca terrestre, doador de árvores segundo as bajulações recebidas.
A situação do aprendiz de Jesus é, todavia, muito diversa.
Os títulos do Cristo não são os da inatividade, com isenção de responsabilidade e esforço.
 
Todos os chamados ao trabalho evangélico não podem esquecer as necessidades do serviço.
 
O Mestre, naturalmente, precisa de companheiros que nEle confiem, mas não prescindirá dos que se revelem colaboradores fiéis de sua obra.
 
Seria justo postar-se indefinidamente o devedor, ante a generosidade do credor, confiando sempre, sem o mínimo sinal de solução ao débito adquirido?
 
Não somente os homens vivem na lei de permuta.
As Forças Divinas baseiam a movimentação do bem no mesmo princípio.
 
O Mestre Celestial ensina a todos, em verdade, as sublimes lições da vida; entretanto, não é razoável que todos os séculos assinalem nos bancos escolares da experiência humana os mesmos alunos preguiçosos e inquietos.
 
É indispensável que as turmas de bons obreiros se dirijam às zonas de serviço, preparados para os testemunhos dos ensinamentos recebidos.
 
Simão Pedro sintetiza o trabalho dos cristãos de maneira magistral.
 
Sois chamados para isto - assevera o apóstolo.
A afirmativa simples indica que os discípulos leais foram convocados a sofrer pelo bem.
 
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
 
 
ALIMENTO DIÁRIO
 
DA REGENERAÇÃO Á MATURIDADE
 
O Senhor Jesus, para nos salvar, tornou-se sangue e carne (Hb 2:14). Ele obteve a forma humana por meio de Maria, mas Nele não havia o pecado e Ele não pecou (Rm 8:3;1 Pe 2:22;2 Co 5:21). Nós, que participamos de sangue e carne, pecamos porque a natureza maligna habita em nós.
 
Quando o Senhor Jesus foi crucificado, não somente os nossos pecados foram perdoados, como também nossa carne foi crucificada (Gl 5:24).
 
Quando ouvimos o evangelho da graça e cremos na obra redentora de Cristo na cruz, fomos justificados, santificados, reconciliados com Deus, ganhamos a natureza divina e nos tornamos Seus filhos. Depois disso, entretanto, precisamos avançar para o evangelho do reino, que é o propósito de Deus para nós. Não podemos pensar que, por alcançar o perdão de pecados e a reconciliação, já temos o suficiente. Ainda é necessário crescer e amadurecer.
 
A encarnação, a morte e a ressurreição do Senhor foram para que recebêssemos Sua vida. O Senhor, como a semente incorruptível, foi plantado em nós, segundo Pedro nos falou: 'Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive é permanente' (1 Pe 1:23). Nascemos de Deus e, por isso, somos Seus filhos. Além de filhos, nos tornamos herdeiros de Deus, razão pela qual não podemos permanecer em uma condição infantil.
 
Se não crescermos em vida para atingir a maturidade espiritual, não estaremos qualificados a receber a herança.
 
Uma vez que já fomos regenerados e recebemos essa semente incorruptível, precisamos permitir que ela germine e cresça.
Esse é o evangelho do reino, o qual os grupos cristãos de uma maneira geral não pregam, pois a maior parte deles parou no novo nascimento. Precisamos perceber que o Senhor, como homem segundo a carne, veio a descendência de Davi e, por causa disso, Ele pôde morrer em nosso lugar. Agora que o Senhor morreu, ressuscitou e cumpriu Sua obra, essa semente, que foi semeada em nós, precisa germinar e crescer.
 
Precisamos, então, de crescimento de vida. 
Paulo não somente pregou o evangelho da graça, mas também o evangelho do reino dos céus, que é um evangelho orgânico. Por exemplo, nos capítulos 1 a 8 de Romanos, a principal ênfase é o evangelho da graça. Depois que o problema de nossos pecados foi resolvido e que fomos santificados e justificados, podemos ser conformados à imagem de Cristo e, consequentemente, glorificar a Deus (Rm 8:29-30). No final do capítulo 8, Paulo nos mostrou como ser um vencedor.
 
Nos capítulos 9 e 11, que são capítulos parentéticos, Paulo mostrou se encargo pelos judeus, seus irmãos na carne.
Eles conheciam muito sobre a lei, porém ainda viviam segundo a vida da alma, como aqueles que viveram os segundos dois mil anos. A vontade de Paulo e sua súplica a Deus a favor deles era para que fossem salvos (Rm 10:1)
 
Quanto a nós, precisamos também avançar da experiência inicial da redenção, realizada pelo Filho do Homem, para a experiência da salvação orgânica, desenvolvida pelo Senhor, como o Filho de Deus, mediante Sua vida (Rm 5:10).
 
Igreja em Franca. Rua Carmem Irene Batista
 
 
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
 
OBRIGAÇÕES FAMILIARES
 
... uma vida espiritual que não inclua... obrigações familiares, poderá não ser tão perfeita
 
Posso estar fazendo grandes progressos no programa praticando-o nas reuniões, no trabalho, nas atividades de serviço e descobrir que as coisas estão se delapidando em casa. Contava com as pessoas que amo para me entender, mas elas não podem.
 
Contava com elas para ver e avaliar meu progresso, mas elas não podem a não ser que eu lhes mostre.
 
Ignoro suas necessidades e desejos de ter minha atenção e meu interesse? Quando estou com elas fico irritado ou aborrecido?
As minhas reparações são um "desculpem-me" resmungado, ou tomam a forma de paciência e tolerância? Fico pregando tentando reformá-las ou castigá-las? "A vida espiritual não é teoria. Nós temos que vivê-la". (Alcoólicos Anônimos, p. 102).
 
Livro Reflexões Diárias
 
 
SEICHO-NO-IE
 
Façamos com que o nosso quartos seja impregnado de paz e alegria
 
O jovem monge a quem me referi no tópico anterior tornou-se mais tarde o famosos monge Morita Goyu.
 
Nos Estados Unidos, conta-se a seguinte história: Hospedou-se num hotel de certa cidade do oeste dos Estados Unidos um escritor do Pensamento Iluminador. Ao entrar no quarto destinado a ele, foi repentinamente tomado por uma sensação incomum de paz e alegria. Como achou aquilo extraordinário, comentou a respeito com a camareira encarregada do quarto. Então, ela disse:'Quando arrumo este quarto, faço-o orando para que a pessoa que nele se hospedar seja feliz. E também, como é graças a este quarto que tenho o meu emprego, eu trabalho agradecida ao quarto'. Eis a razão por que havia paz naquele quarto.
 
Se abençoarmos o mundo dessa maneira, com certeza concretizar-se-à a paz mundial.
 
Seicho-no-ie/Masaharu Taniguchi
 
 
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA 7º DIA
 
A família de
ZORAIDE FERREIRA RODRIGUES ALVES
agradecida pelas demonstrações de cari­ nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada 10/02/2010, quarta-feira, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora das Graças. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
 
 
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA DE 7º DIA
 
A família de
JOSÉ RIGONI DA COSTA
agradecida pelas demonstrações de cari­ nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada dia 10 de fevereiro de 2010, às 19 horas na Igreja São Judas Tadeu. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
 
 
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA 7º DIA
 
A família de
ANTÔNIO JARDINE
agradecida pelas demonstrações de cari­ nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada dia 10/02/2010 (quarta-feira), às 19h30 na Igreja São Vicente de Paula. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
 
 
CONVITE DE MISSA 1º ANIVERSÁRIO
 
A família de
LUIZA BARBOSA LIMA FERREIRA
convida para a missa em sua memória, dia 10 de Fevereiro, às 19 horas, na Igreja São Judas Tadeu. Pelo comparecimento, agradecem. 
 
 
CONVITE DE MISSA DE 7º DIA
 
A família de
RODRIGO CARLOS (VÔ)
convida para a missa em sua memória, dia 10/02/2010 HOJE às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradecem. 
 
 
NOTA DE FALECIMENTO 
 
A família de 
ANTONIA RICARDINA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 9 de fevereiro de 2010 e o sepultamento se dará no dia 10 de fevereiro, às 10 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no Velório Santo Agostinho.
 
 
NOTA DE FALECIMENTO 
 
A família de 
JOSÉ MARIA FERNANDES
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 9 de fevereiro de 2010 e o sepultamento se dará no dia 10 de fevereiro, às 10 horas, no Cemitério Jardim das Oliveiras. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 6.

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