No início da noite de ontem, após o encerramento da reunião da CPI da Pedofilia que convocou o padre Dé para depor, o presidente da comissão, senador Magno Malta (PR-ES), falou ao Comércio sobre os motivos que levaram os senadores a abraçar o caso e o que acontecerá a seguir.
Comércio - Como foi a reunião?
Malta - Durou três horas. A convocação dele (padre Dé) foi aprovada por unanimidade e votamos requerer o inquérito também. As vítimas ainda não foram convidadas porque precisamos do inquérito. Estamos fazendo contato e designei o senador Romeu Tuma como relator deste caso, porque ele é do Estado de São Paulo.
Malta - Durou três horas. A convocação dele (padre Dé) foi aprovada por unanimidade e votamos requerer o inquérito também. As vítimas ainda não foram convidadas porque precisamos do inquérito. Estamos fazendo contato e designei o senador Romeu Tuma como relator deste caso, porque ele é do Estado de São Paulo.
Comércio - A data e o local já foram definidos?
Malta - A data ainda não. Ela está aberta porque precisamos esperar o inquérito primeiro. Porque a gente precisa analisar, estudar. É possível que antes da CPI ir aí (em Franca), eu e o Tuma vamos juntos para poder fazer uma visita à delegada do caso, para o Ministério Público e para preparar nossa (da CPI) ida.
Malta - A data ainda não. Ela está aberta porque precisamos esperar o inquérito primeiro. Porque a gente precisa analisar, estudar. É possível que antes da CPI ir aí (em Franca), eu e o Tuma vamos juntos para poder fazer uma visita à delegada do caso, para o Ministério Público e para preparar nossa (da CPI) ida.
Comércio - Então o local já está definido. Será mesmo em Franca?
Malta - Está votado para ser aí (em Franca). Só se houver alguma necessidade de ser aqui (em Brasília).
Malta - Está votado para ser aí (em Franca). Só se houver alguma necessidade de ser aqui (em Brasília).
Comércio - E a visita do senhor e de Romeu Tuma?
Malta - Nós vamos aí, sim. Ainda não tem a data. Esta semana ainda está tudo meio embolado, mas a gente definirá isso na semana que vem.
Malta - Nós vamos aí, sim. Ainda não tem a data. Esta semana ainda está tudo meio embolado, mas a gente definirá isso na semana que vem.
Comércio - Qual é o próximo passo da comissão?
Malta - O próximo passo é esperar o inquérito chegar, estudá-lo e definir o dia que eu e Tuma iremos a Franca conversar com o MP e com a delegada do caso.
Malta - O próximo passo é esperar o inquérito chegar, estudá-lo e definir o dia que eu e Tuma iremos a Franca conversar com o MP e com a delegada do caso.
Comércio - Haverá mesmo uma acareação entre padre Dé e as vítimas?
Malta - Claro. Ele será acareado com os meninos denunciantes. Vamos ouvi-los nas oitivas e depois vamos acarear. Precisamos chegar numa verdade.
Malta - Claro. Ele será acareado com os meninos denunciantes. Vamos ouvi-los nas oitivas e depois vamos acarear. Precisamos chegar numa verdade.
Comércio - Por que a CPI resolveu interferir neste caso?
Malta - É um caso emblemático que veio à tona. Já vínhamos recebendo muitos e-mails da região falando desse padre, dos lugares aonde ele passou, dos abusos dele. Pessoas que passam e-mails e não se identificam, dizendo que foi com gente da família. Tudo veio à tona. É um caso emblemático que requer que a verdade seja revelada. E a CPI com os instrumentos que tem, nos sentimos na obrigação de entrar no caso.
Malta - É um caso emblemático que veio à tona. Já vínhamos recebendo muitos e-mails da região falando desse padre, dos lugares aonde ele passou, dos abusos dele. Pessoas que passam e-mails e não se identificam, dizendo que foi com gente da família. Tudo veio à tona. É um caso emblemático que requer que a verdade seja revelada. E a CPI com os instrumentos que tem, nos sentimos na obrigação de entrar no caso.
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