Tenho uma pergunta: aprendi, na escola, que políticos são eleitos para trabalhar em prol da população. Será que o que minha escola me ensinou e a cidadania que aprendi foram diferentes das que os ‘nobres colegas’ estudaram e aprenderam? Por favor, me ajudem a conseguir responder isso!!!
Luzia Regina Alves
Franca - SP
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É muito difícil falar em democracia quando a maioria das pessoas não tem competência própria para opinar e analisar criticamente a realidade. Nessa nossa sociedade repleta de ignorância, pessoas sem formação e capacidade acabam por ocupar cargos públicos. O resultado se traduz na ineficiência dos serviços públicos, na corrupção e em mordomias e privilégios. A escola poderia por fim a essa alienação social, mas atendendo a interesses de muitos integrantes de nossa politica, se transformou numa fábrica de ignorantes.
Dársio Batista
Franca - SP
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Infelizmente, a vereadora Graciela Ambrósio está coberta de razão (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=55608). A proposta do vereador Jépy Pereira é uma artimanha para benefício próprio e visa utilizar-se da imbecilidade que grande parte dos brasileiros têm: esquecer o que os políticos fazem em benefício próprio, na maioria das vezes prejudicando os contribuintes. Existe um ditado antigo que diz que ‘cada povo tem o líder que merece...’. Cada vez, concordo mais. A grande maioria dos brasileiros prefere pregar o traseiro (sic) no banco da praça e falar que o Brasil é isso, o Brasil é aquilo e etc, mas na hora de exercitar o voto de forma séria, não o fazem. Neste caso, exercitar voto de forma séria é não colocar na Câmara quem só queira viver do dinheiro público, fazendo do exercício político sua principal fonte de renda. Eleição após eleição, lá estão eles, mamando nas tetas (sic) dos contribuintes, legislando em causa própria. Enquanto o brasileiro continuar com práticas burras de ‘voto de protesto’, elegendo Maluf, Clodovil e similares, propostas como essa do ‘ilustre’ vereador Jépy Pereira vão continuar acontecendo. Voto é coisa séria! É o voto que decide quem vai mexer no seu bolso, e principalmente, como vão mexer no seu bolso. Vote sério, porque depois, sentar no banco da praça e reclamar, será o mesmo que sentar em cima do rabo e gemer (sic).
Márcio Heitor R. Cândido
Franca - SP
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