A proibição seria uma maneira dos pais não se preocuparem com o que está acontecendo. Não discordo da proibição mas acredito que se deve dar poderes aos administradores das escolas para tomar a decisão mais correta. A maioria dos pais não sabe o que realmente acontece com os filhos. Isso acaba sendo exercido pelos professores, segundos pais dos alunos. E para inibir mais ainda o uso das tais pulseiras, determina-se que não podem ser comercializadas. Não sei se vai funcionar. Para mim, quando mais se proíbe, mais se usa. É igual a outras drogas. É difícil, mas parabéns ao vereador Pastor Otávio por se preocupar com o futuro de nossas jovens. (Leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=55409)
Franca - SP
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