Fico indignada quando vejo um desfecho tão triste para uma história que deveria ser de amor, ainda mais porque havia um terceira pessoa, que seria o fruto desse suposto amor (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php? id=55078). O que nós, mulheres, sentimos, é revolta. Ao mesmo tempo vem uma vontade louca de falar aos quatros cantos: minhas amigas, por favor, não se entreguem a um homem sobre o qual não se tem muitas informações sobre o caráter. Sabemos que é difícil conhecer alguém a fundo, de forma a antecipar qual seria sua reação. Uma vida foi tirada de uma mãe que já amava o filho e se sentia especial pela gravidez. O que fazer? Chorar? Gritar? Talvez, gritar por justiça pela morte da jovem e de seu bebê e também por todas as mulheres que tiveram suas vidas destruídas por seres que se dizem homens e que diziam amar. Que amor é esse que tira e nada acrescenta? (...) Se alguma mulher ler esse desabafo lembre-se, quando estiver carente, de pedir a proteção de Deus antes de se entregar a um homem. E pense milhões de vezes antes de colocá-lo dentro de casa.
Franca - SP
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