Nosso país tem um instituto de pesquisas chamado IBGE. Esta sigla significa Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O IBGE faz pesquisas periódicas para mostrar quantos somos e como vivemos. No momento ele prepara um censo sobre o país. Pesquisadores vão percorrer o Brasil de norte a sul, de leste a oeste, para contar o número de pessoas que vivem no território brasileiro. A este trabalho se dá o nome de recenseamento.
O IBGE disponibiliza um grande banco de dados sobre o nosso país. Você pode ter acesso a eles acessando o site http://www.ibge.gov.br. O IBGE nos informa, por exemplo, qual é a extensão do solo brasileiro: 8.547.403 km2. Se você pegasse um metro e saísse por aí medindo o chão brasileiro, ao fim de longo tempo chegaria a este número. Hoje este trabalho é feito por satélites.
Este número tão grande aí de cima significa que o Brasil é um país enorme. Por isso costumam dizer que ele tem dimensões de continente. Ou seja, tem tanto espaço que poderia acolher vários países. O Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial. Só perde para os Estados Unidos (1), a China (2), o Canadá (3), a Rússia (4).
Falamos na página 6 em solo fértil. Será que todo o solo do Brasil é fértil? A resposta é não. Existem as praias, as áreas pedregosas, as muito secas de região nordeste. Nestas torna-se impossível qualquer cultivo. Mas temos grandes faixas de terra consideradas férteis, onde os agricultores desenvolvem culturas diversas.
Veja os números de nosso solo:
25% de matas e florestas naturais.
Duas delas são muito conhecidas:
a Amazônica e a Mata Atlântica.
Duas delas são muito conhecidas:
a Amazônica e a Mata Atlântica.
28% de pastagens plantadas por
pecuaristas para alimentar seus rebanhos
pecuaristas para alimentar seus rebanhos
22% de pastagens naturais
12% de lavouras naturais
5% de terras produtivas
não utilizadas para plantio
não utilizadas para plantio
4% de terras inaproveitáveis
(onde nada se pode plantar)
(onde nada se pode plantar)
2% de lavouras permanentes
2% de matas e florestas artificiais
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.