Fernando de Tacca é fotógrafo, doutor em Antropologia pela USP, professor livre docente no Instituto de Artes/Unicamp.Nasceu em Franca, em 1954, na rua do Comércio, “de parteira”, conforme suas próprias palavras. Estudou no IETC, depois graduou-se em Ciências Sociais pela USP. Em 1983 foi contemplado no Concurso Marc Ferrez de Fotografia, da Funarte. “O projeto era colocar pequenas câmeras fotográficas nas mãos e olhos de um grupo de operários/as da indústria do calçado”, conta ele.
Nesse ínterim, precisando de trabalho, foi contratado como repórter fotográfico da Prefeitura de Franca, na primeira administração de Sidnei Rocha. “Nessa ocasião também localizei o filme pioneiro sobre a primeira fábrica de calçados em Franca, a Calçados Jaguar, no Museu Histórico, e consegui que a Cinemateca Brasileira fizesse a preservação em contratipagem 16mm, atualmente nos arquivos da instituição”, explica Tacca.
O projeto dos sapateiros tornou-se seu mestrado na Unicamp. Posteriormente doutorou-se na USP, publicando o livro A imagética da Comissão Rondon. Foi professor visitante na Universidade de Estudos Estrangeiros de Osaka, no Japão (1996/97), e assumiu a cátedra de estudos brasileiros na Universidade de Buenos Aires (2004). Em 2002 ganhou a Bolsa Vitae de Artes e, em 2006, o Prêmio Pierre Verger de Fotografia da Associação Brasileira de Antropologia, bem como o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Zeferino Vaz (Unicamp).
Nesse ínterim, precisando de trabalho, foi contratado como repórter fotográfico da Prefeitura de Franca, na primeira administração de Sidnei Rocha. “Nessa ocasião também localizei o filme pioneiro sobre a primeira fábrica de calçados em Franca, a Calçados Jaguar, no Museu Histórico, e consegui que a Cinemateca Brasileira fizesse a preservação em contratipagem 16mm, atualmente nos arquivos da instituição”, explica Tacca.
O projeto dos sapateiros tornou-se seu mestrado na Unicamp. Posteriormente doutorou-se na USP, publicando o livro A imagética da Comissão Rondon. Foi professor visitante na Universidade de Estudos Estrangeiros de Osaka, no Japão (1996/97), e assumiu a cátedra de estudos brasileiros na Universidade de Buenos Aires (2004). Em 2002 ganhou a Bolsa Vitae de Artes e, em 2006, o Prêmio Pierre Verger de Fotografia da Associação Brasileira de Antropologia, bem como o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Zeferino Vaz (Unicamp).
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Vanessa Maranha é psicóloga, jornalista e escritora |
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