Roubam-lhes espaço e eles continuam cantando. Destróem-lhes as casas e a cantoria não para. Ignoram-nos eles seguem saudando amanheceres. Envenenam águas e frutos, extirpam flores, extinguem espécies e eles mantêm a força para voar. Preciso atentar mais para o preceito: " Olhai as aves do céu "...
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Zelita Verzola é professora e mestra em Serviço Social |
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