Realmente é muito triste ver essas coisas acontecendo e nada ser feito. Pais ficam de pés e mãos atados pois, muitas vezes, são membros efetivos de paroquias e por isso confiam nas autoridades eclesiásticas. Os tempos são difíceis. Penso que este é o momento das denominações religiosas tomarem atitudes mais sérias e não transferirem seus agentes de um lugar para outro. Se estes padres fossem destituídos de suas funções no tempo certo, muito poderia ter sido evitado. Nunca ouvi falar de um sacerdote punido ou destituído pelas suas autoridades superiores. É lamentável vivermos em um País onde as leis só funcionam para alguns e não para todos. Temos acompanhados noticiários sobre pedófilos presos e condenados mas, na vida da igreja o mesmo não acontece. Por que será? Espero que os pais fiquem mais atentos e não confiem em ninguém para deixar seus filhos sem muita orientação nesta direção. Se houvesse orientação adequada e confiança dos filhos nos pais, logo que ocorresse assédio, correriam e contariam. Quando a sociedade deixar de fazer de conta que casos assim não existem e decidir cobrar atitudes sérias das autoridades, a coisa se revolve, mesmo sob pena da igreja ser esvaziada. Os fieis têm que tomar atitudes adequadas e cuidar melhor de seus filhos.
Maria Aparecida
Franca - SP
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O Código Canônico prevê punições para crimes sexuais de padres, inclusive para casos com menores mas, apesar dos constantes escândalos, não se tem notícia de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os envolvidos de seus estados clericais. O máximo que se vê é transferência de paróquia, o que permite constantes reincidências. Essa situação pressupõe uma igreja católica conivente com a pedofilia, já que os instrumentos para combatê-la estão no Código Canônico. Basta aplicá-los.
Franca - SP
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O Código Canônico prevê punições para crimes sexuais de padres, inclusive para casos com menores mas, apesar dos constantes escândalos, não se tem notícia de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os envolvidos de seus estados clericais. O máximo que se vê é transferência de paróquia, o que permite constantes reincidências. Essa situação pressupõe uma igreja católica conivente com a pedofilia, já que os instrumentos para combatê-la estão no Código Canônico. Basta aplicá-los.
Luís Henrique Goulart
Franca - SP
Franca - SP
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