Feac assume provisoriamente o comando do futebol feminino


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NOVAS NA CASA - As mineiras de Belo Horizonte Danila, Ludmila e Nayara (da esq. para dir.) batem bola durante treino da equipe feminina
NOVAS NA CASA - As mineiras de Belo Horizonte Danila, Ludmila e Nayara (da esq. para dir.) batem bola durante treino da equipe feminina

Sem ter um clube para receber os repasses municipais e relegada a segundo plano no Franca Esporte Clube, o time de futebol feminino está sob intervenção da Feac (Fundação para o Esporte, Arte e Cultura). O FEC era o responsável por manter a modalidade na cidade e em dois anos dentro da estrutura do clube a equipe conseguiu tornar-se a terceira melhor do Estado de São Paulo e ainda conseguiu uma vaga para a Copa do Brasil neste ano.
Em 2009 houve mudanças no quadro executivo do Franca Esporte Clube e por isso a Feac ainda não aprovou o repasse para a entidade. O atual presidente da agremiação é Dalton Luiz Amorim, o Foguinho. A Feac possui um departamento que aprova a documentação das entidades conveniadas, o que não aconteceu com o Franca.


De acordo com José Vargas, diretor do DEAR (Departamento de Esportes de Alto Rendimento) da Feac, a fundação aguarda uma associação para ficar responsável pelo futebol feminino e, assim, assinar convênio com ela para o repasse de verba. A modalidade masculina também está desabrigada na cidade. A Prefeitura não reconhece a Francana para representar o município.


“A Feac provisoriamente administra o futebol feminino, mas nossa intenção é buscar parceria com uma instituição que possa assumir a equipe”, confirmou José Vargas. Um das possibilidades ventiladas pela autarquia municipal é associar o esporte à Liga Francana Amadora de Futebol.


Com o time já em treinamento, a equipe está fragilizada no setor financeiro pelo fato de ainda não ter um clube. Outro problema que a técnica Silvia Roncari indicou é o transporte para levar as atletas para os locais de treinamento na cidade. “O ideal seria termos algum meio de transportar as jogadoras para as bases de treinamento”, disse a treinadora, que atualmente só comanda trabalhos no campo do Leporace. A casa que abriga as atletas também está no bairro para evitar que seja necessário transporte para as levar ao campo.

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