Familiares cobram polícia


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Sônia Cristina Chaves, que deixou um filho de três anos, foi sepultada no final da tarde de ontem no Cemitério Municipal de Cristais Paulista. Entre os familiares, o sentimento é de revolta com a polícia por ainda não ter prendido o acusado de sua morte. "O fato de ele estar solto e a polícia não fazer nada para prendê-lo é a nossa maior revolta", desabafou a irmã de 15 anos, ao falar em nome dos familiares.


Sobre o relacionamento de Sônia com o frentista, a irmã confirmou que o começou foi em Cristais Paulista. Pouco tempo depois eles estavam morando juntos em Jeriquara. Os dois meses de vida conjugal foram conturbados. Em duas oportunidades, após ser agredida pelo companheiro, a jovem voltou para a casa da mãe em Cristais Paulista e, nas duas vezes, segundo a irmã adolescente, através de ligações telefônicas, o frentista convenceu Sônia a reatar.


A última briga do casal resultou na internação da jovem na Santa Casa de Franca, onde ficou 12 dias no CTI e depois foi transferida para um quarto.


A garota disse que neste período a irmã era alimentada por sonda, respirava através da traquéia e não respondia a estímulos. "Os médicos falaram que ela não tinha esperança nenhuma, que ia acontecer (a morte) e aconteceu. Estamos todos muito tristes e esperamos que a Justiça seja feita".

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