Belão não decidiu se renuncia para tentar vaga de deputado


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INDEFINIÇÃO - Belão vai usar todo o prazo permitido pela lei para anunciar se fica ou se deixa a Prefeitura para disputar as eleições
INDEFINIÇÃO - Belão vai usar todo o prazo permitido pela lei para anunciar se fica ou se deixa a Prefeitura para disputar as eleições

O mês de abril provocará uma debandada nas administrações públicas de todo o País. A lei eleitoral obriga que ocupantes de cargos no Poder Executivo, que querem disputar as eleições, deixem suas funções seis meses antes do pleito. A desincompatibilização tem de ocorrer até o dia 3. Quem já é dono de um cargo e pretende disputar outro terá de renunciar.


Na região, o único político que admite a possibilidade de abrir mão da função atual é Clarindo Ferracioli (PSC), o “Belão”, prefeito de Restinga. Ele pretende se candidatar a deputado federal. “Ainda não tomei uma decisão. Tenho ouvido os amigos e a direção do partido. Vou analisar com calma os prós e contras para resolver até quinta-feira”. O prefeito afirmou que os processos que responde na Justiça por improbidade administrativa não vão pesar na decisão. “Não tem nada a ver. Vou mostrar juridicamente que estou certo”.


No caso dos delegados Marcelo Caleiro (PMDB) e Graciela Ambrósio (PP), que são apontados como eventuais candidatos, a desincompatibilização deve ocorrer em julho. O governador José Serra (PSDB) confirmou que deixa o cargo no dia 31 para concorrer à Presidência da República. Dilma Rousseff (PT) também deixará a Casa Civil. Secretário de Estado do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin (PSDB), abrirá mão do cargo para disputar o governo.

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