Sou torcedor fanático, mas a situaçao da ‘Veterana’ está difícil.O meio de campo é muito fraco e só o centroavante Ray não pode resolver sozinho o problema. Não podemos tambem contar com algumas empresas, que poderiam muito bem ajudar a subir o time.
Ricardo
Franca - SP
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‘Apaixonado’
Tenho 49 anos e acompanho futebol há uns 40 anos. Sou apaixonado pela Francana. De novo o amadorismo (não tem nada a ver com futebol amador), a ingerência da diretoria, a força de alguns nos meios de comunicação (que exigiram a saída do treinador), o presidente que não é presidente mas “está” presidente, foram para mim os fatores que fizeram com que o treinador deixasse o clube. Ouvi o presidente logo após o jogo falar sobre a saída do treinador. E a gente conhece quando a pessoa não está falando a verdade. Parecia que ele estava falando coisas que mandaram ele falar. Não acreditei nada na palavra dele. Tomara que a Francana se classifique e suba. Aí vao dizer: “tínhamos razão!”. Mas faltam 4 rodadas para essa fase e a Francana tem 3 jogos em casa. Sobre a imprensa, escutei varios locutores e comentaristas pedirem a cabeça do treinador. Nós estamos em 2010 e esse tipo de atitude demonstra o quanto estamos com o pé no passado. A função de homens do rádio e do jornal em relação ao futebol não é essa. Relatar o que ocorre numa partida, sistema tático daquele jogo que passou (ou que esta acontecendo ou vai acontecer) é uma coisa. Agora ficar como a turma do amendoim lá do Parque Antartica – querendo escalar time, por jogador que está no banco, mandar treinador embora – não é a função correta dos locutores e comentaristas. Isso é entre a diretoria e a comissão técnica. Ninguem vai num jornal ou numa emissora de rádio dizer que esse ou aquele locutor deve falar ou deixar de falar em determinado programa. Cada um no seu quadrado, senão a função do comentarista confunde-se com a nossa função de torcedores que somos, de opinar pela emoção, pela paixão que nos move e pelo nosso amor ao futebol.
Antônio
Franca - SP
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