Nenhum candidato conseguiu gabaritar a prova do concurso


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Segundo o secretário de Administração, Jerônimo Sérgio Pinto, no geral o desempenho dos candidatos foi “razoável”. “A prova não estava fácil, o que se comprova com o fato de que ninguém a gabaritou. O resultado máximo obtido foram 29 pontos, dos possíveis 30, feitos por um candidato a agente de saúde pública”, disse Jerônimo. Entretanto, apesar da escassez de notas altas, 76% dos candidatos que fizeram a prova foram aprovados, mas sem previsão de contratação efetiva.


Na disputa pelo cargo mais concorrido, o de secretário de escola, com 773 aprovados, 120 candidatos fizeram apenas metade dos pontos possíveis - nota mínima exigida para aprovação. A nota mais alta atingida foi de 27 pontos, o que representa 90% do total de questões. Já entre os professores, a maior nota foi de 23 pontos.


Trinta e três médicos foram aprovados no concurso público. Entre eles, a nota máxima foi um pouco melhor, mas nada que possa ser comemorado com grande êxito: o melhor colocado foi um neurocirurgião que fez 24 pontos. As piores notas foram a de um pneumologista que fez 15 pontos, de um oncologista que fez 16 pontos e de um oftalmologista que fez 18.
 

Outra curiosidade do certame foi com o desempenho das mulheres, grande maioria dos inscritos, em uma proporção de três para cada homem. Na hora dos resultados, eles se saíram melhor. Os primeiros colocados nos cargos de agente de vetores, de saúde pública e secretário são do sexo masculino.

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