Circo é arte milenar


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Quando dizemos que o circo é arte milenar, lembramos que ele existe há muito tempo. Pesquisadores identificaram cenas de acrobatas, contorcionistas e equilibristas em pinturas chinesas de cinco mil anos atrás. Quando os imperadores chineses recebiam convidados estrangeiros, gostavam de mostrar estes espetáculos. Os chineses prezavam números de exercício físico, que eram praticados também pelos guerreiros. No Egito, a preferência era por números com animais. Na Grécia, apreciavam os números que se pareciam com esportes, que unissem jogo e beleza Eram apresentados ao ar livre,

em ruas, praças, feiras, estádios. Na Europa o circo chegou com os povos nômades, que iam em grupo de um lugar a outro. Como os ciganos. Estes elegiam a dança, a comédia, a mágica. Da mistura de todos estes elementos foi se configurando o circo. Por milênios foram exibições ao ar livre.
 

Tal como o vemos hoje, espaço coberto de lona, ele surgiu em Londres por volta de 1780. Um oficial inglês, Philip Astley, entrou para a história ao inventar o picadeiro. No circo de Astley havia exercícios militares com cavalos. Incluía-se também malabarismo, ilusionismo, acrobacia. O palhaço aparecia como um ginete que sempre caía do cavalo, o que fazia o público rir. No Brasil, grupos de ciganos que chegaram depois de 1808, mostravam números nas ruas, em troca de moedas. O primeiro circo de que se tem notícia chamou-se Bragassi e foi erguido no Rio de Janeiro em 1830. Pertencia a uma família que tinha este nome Bragassi. Depois dele outras famílias de artistas montaram seus circos e passaram a correr os estados brasileiros. Até hoje o circo é uma companhia itinerante, ou seja, que vai de um lugar a outro para mostrar seus artistas.

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