...no máximo 30 anos, não participaram de nenhuma revolução (cultural ou política) e, mesmo assim, são fonte de estudos de analistas econômicos, publicitários e psicólogos. A sua “façanha” foi nascer entre os anos de 1978 e 1990, em plena era digital. São os “nativos digitais”, ou Geração Y. Uma população que já corresponde a milhões. Eles gostam que a roupa que usam os identifique como partem de uma comunidade. Curtem correntes prateadas grossas no pescoço, por exemplo. Os analistas já sabem que a pesquisa de preços está no seu DNA. A geração Y está, cada vez mais, conectada à internet. Bom dia!
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