PONTO FINAL


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Provavelmente não vamos repetir o desastre de 1931, mas está bem longe a certeza de que o pior já passou. Mesmo quando o pior já tiver passado, ele não terá passado. A história mostra que um dos grandes riscos políticos, diante de uma crise econômica grave, é o otimismo prematuro. Existe o risco real de que toda essa conversa sobre sinais de crescimento e lampejos venha a alimentar uma complacência perigosa. Não contem com as recuperações antes de elas terem saído do ovo.

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