...o colunista, em suas andanças mil pela cidade, nos mais diversos contatos sociais e comerciais, vem percebendo que uma expressiva fatia não quer nem tocar mais no assunto crise. Todos querem, sim, é tocar o barco pra frente, fazer a fila andar. Trabalhar, produzir, prosseguir. Firmes. Na luta. Na labuta. No suor. Na raça. Sem desistir, sem desacreditar, sem esmorecer. Fazendo acontecer. Trabalhando, trabalhando, trabalhando. Sem parar. Principalmente sem parar pra ver a crise passar. Méritos a essa nossa gente batalhadora, empreendedora, que dá exemplos vivos do que se define por amor ao trabalho. Para todos eles: eu tiro meu chapéu!
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