ALIÁS...


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...a crise pegou, mesmo, os cidadãos americanos no contrapé. Os consumidores dos Estados Unidos estavam acostumados a comprar no longo prazo. Até o crédito secar... Os bancos reduziram colossalmente a oferta de crédito. Para o economista Ricardo Amorim: “O morador de Nova York não está preocupado com a crise financeira. Está, literalmente, desesperado”. E afirma que o mercado de ações é um excelente mecanismo de transparência de dinheiro das mãos dos apressados para os tranqüilos. Que não fiquem intranqüilos com as altas e baixas do mercado financeiro. Os preços dos ativos estão muito baixos. Ou seja, para quem tiver estômago e coração, as oportunidades de compra desses ativos, apesar do aumento do risco, são muito atraentes. Mas... apenas uma parte dos recursos deve ser usada neste tipo de investimento. E o investidor precisa ficar muito calmo, porque a turbulência deve continuar por mais algumas semanas.

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