...institucionalizado na China. Parece que o povo que inventou o macarrão, a pólvora e o papel se cansou de inventar e, agora, prefere investir nas cópias. E, por mais que o governo chinês adote um discurso oficial de combate às falsificações, ainda tolera a pirataria. Apesar da indústria de falsificações provocar prejuízos bilionários para empresas do mundo todo, na China também gera milhares de empregos e movimenta rios e montanhas de dinheiro. Os apelos são irresistíveis. Bolsas Dolce & Gabbana (de couro legítimo, iguais às originais: por R$ 50). Malas Louis Vuitton (por R$ 80). Casacos Hugo Boss (menos de R$ 40). Falsos Gucci, Dior, Armani, Prada, Nike, Rolex e Chanel estão todos lá. Idênticos aos originais. É só escolher.
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