...de segurança, somada à queda da taxa básica de juros, interrompida em outubro do ano passado (aos 11,25% ao ano), faz com que a aplicação em imóveis volte a ser procurada pelos mais conservadores. Os bons tempos, de rentabilidade mensal próxima a 1% do valor do apartamento ou casa, com aluguel, se foram, junto com a hiperinflação. Mas ainda é possível ter ganhos próximos a isso em imóveis comerciais e em torno de 0,7% (8,4% ao ano) no caso de residenciais. O investidor deve considerar ainda a valorização do imóvel, extremamente variável, e que pode até ser negativa, dependendo da quantidade em oferta, das condições da região e do desgaste do bem. Não se devendo confundir a compra do imóvel próprio para morar com a compra de um como aplicação. Um dos riscos do negócio: a liquidez (facilidade de alugar ou vender). Nossa taxa de juros é alta e, numa aplicação financeira, se você precisar do dinheiro, resgata o papel. Se colocar em imóvel e precisar dispor dos recursos, via de regra, a venda não é imediata. E um temor de quem compra imóvel para alugar é ficar com o bem vazio. Então, examine as opções, levando em conta aspectos como valorização e retorno. Bom dia!
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