...mulheres descontam a ausência do cigarro na maior ingestão de alimentos e engordam. Essa substituição pode aumentar os níveis de colesterol, pressão arterial e glicemia (açúcar no sangue), conhecidos fatores de risco para doenças cardiovasculares. Uma mulher fumante tem quatro vezes mais chances de sofrer de infarto do que uma não-fumante. Os componentes do cigarro interferem na coagulação do sangue e causam alterações nos vasos sanguíneos, elevando a pressão arterial e o risco de infarto e acidente vascular cerebral (popularmente conhecido como derrame). No entanto, esses efeitos são mais expressivos nas consumidoras de pílulas anticoncepcionais. Além de elevar o risco de desenvolver doenças em pulmões, mamas e vias urinárias, as fumantes que fazem uso de contraceptivos hormonais apresentam risco duas vezes maior de sofrer trombose profunda, hipertensão e problemas cardiovasculares. A situação é ainda mais complexa para o público feminino que tem planos de engravidar. A fertilidade das mulheres companheiras do cigarro pode diminuir em até 40% quando comparada às que passam longe do tabaco. Para quem engravida, a complicação é maior, já que o vício de fumar traz riscos não somente à gestante, mas também ao bebê. Bom dia!
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