...o “homem virtual” substituindo “gente”. O homem virtual não é amigo do seu vizinho. Porque mal se conhecem, são dois estranhos. O adolescente virtual quase não faz amigos na escola porque isso é praticamente impossível durante as aulas, e depois cada um vai para um lado e não convivem durante o dia. O adolescente virtual passa o dia sozinho, brincando com os joguinhos de computador e pelo computador acaba fazendo amigos em comunidades virtuais, com outros jovens que nunca viu nem abraçou pessoalmente. Nesse padrão de formação e crescimento que se implanta a partir da infância e prossegue na adolescência e mocidade, padrão que se alastra e se impõe, não se criam seres humanos como gente, mas criaturas virtuais... Mas... sua sensibilidade, sua emotividade e seus sentimentos têm necessidades idênticas às de seus genitores... Bom dia!
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