...é um jovem psiquiatra que sai pelo mundo em busca de respostas para a infelicidade crônica de seus pacientes. A história desse personagem está traduzida em 17 idiomas no livro A Viagem de Heitor (Sá Editora), já vendeu mais de 700 mil exemplares e vai virar filme. O livro foi escrito por um psiquiatra francês, François Lelord, de 53 anos, que trocou o consultório pelo ofício de romancista. Afirma ele que ser feliz é ter a sorte de se fazer o que se ama. Mais: para os homens a tendência é não pedir ajuda, não assumir a fragilidade, tentarem se virar sozinhos, as mulheres reclamam do silêncio masculino, de que eles se preservam muito. Mas é necessário que elas se dêem conta de que, para seduzir, também têm de estimular o lado protetor do homem. Afinal, as mulheres hoje querem ser independentes acima de tudo e querem um homem protetor acima de tudo. Problema. Essa busca da independência acaba desencorajando a aproximação dos homens, os quais querem proteger sua mulher. Impasse... daí o crescente número de divórcios. Já com relação ao povo brasileiro, afirma o autor que o otimismo ajuda a ser feliz. Aqui há menos criaturas isoladas, há uma estrutura de convívio, de comunidade (um grande remédio contra a tristeza). Detalhe: não existe um modelo de felicidade. Cada um deve buscar o que corresponde a sua expectativa. Bom dia!
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