...de beleza vive de pesquisas e de novidades (muuuitas sempre). Desde a década de 1980 o Brasil tornou-se centro de excelência no desenvolvimento de fragrâncias, produtos de cuidados pessoais e de cabelo, além de embalagens. A cada ano são criados e validados em todo o mundo mil novos produtos, em média. O brasileiro está vivendo mais e não quer exibir rugas ou cabelos brancos. A falta de dinheiro, pois é, não se revela um problema. Ninguém deixa de comprar um creme para se sentir melhor. Uma necessidade, muito natural, de conservar uma impressão de juventude. Como? Por meio de hábitos saudáveis e pelo uso de cosméticos. A competição no mercado de trabalho, com a crença de que uma boa aparência ajuda a galgar postos mais elevados ou, no mínimo, conservar o atual emprego, também impulsiona as vendas. Este fenômeno, a propósito, facilitou o ingresso de um voraz consumidor de produtos de beleza: o homem. São hoje 1.367 empresas brasileiras associadas a este mercado. É uma atividade muito cobiçada por quem está começando um novo negócio. Os vendedores são, na verdade, consultores de beleza e acabam tendo uma rede de clientes fiéis. O exército de revendedores autônomos no setor de cosméticos é formado (pasmem!) por 1,5 milhão de vendedores. Outro canal importante de venda no setor de beleza são as franquias. Empresas investem pesadamente no negócio. No balcão ou em casa, nunca foi tão fácil comprar. E, claro, se embelezar. Bom dia!
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