...precisamos de momentos de silêncio, de introspecção, de paz, até mesmo de nos isolarmos por alguns períodos breves ou mais prolongados em nossas vidas. Uns se fecham, como que num claustro. Outros, mais espertos, continuam suas relações sociais. Os que se auto-enclausuram não se envolvem, criam barreiras intransponíveis entre si e os demais. Levam uma vida pseudo-satisfatória, que não lhes traz significativas emoções. No final do dia... aquela sensação de vazio, de frustração. Levam uma vida policiada. E o que recebem não lhes faz bem, pois não conseguem captar a essência de um gesto de carinho, uma palavra de incentivo, um voto de confiança ou um "toque de despertar". Alguns acham até que já compartilham muito, se doam ao extremo e têm medo de se envolver, como que uma forma de defesa, se bloqueiam, afetando seu potencial de dar e receber, ajudar e ser ajudado, receber e dar sorrisos. Aliás, você já sorriu hoje? Tente amanhecer de bem com a vida e com as pessoas que o cercam. E veja você mesmo o resultado. Bom dia!
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