...e mulheres, namorados, noivos, pares: conhecem os defeitos de cada um, mas não as áreas mais íntimas deles mesmos. Discutem problemas, mas não se tornam cúmplices da mesma aventura. Não revelam suas mágoas, não falam dos seus conflitos. Para se cultivar o amor, o caminho não é dar caros presentes, mas dar a jóia maior: o seu próprio eu. Ouvir refresca a relação. Dialogar nutre o amor. Pergunte a quem você ama: Quando eu o(a) decepcionei? Quais ati-tudes minhas o(a) aborrecem? O que poderia fazer para torná-lo(la) mais feliz? Como ser seu(sua) melhor amigo(a)? Perguntas supernecessárias. Há que se pensar em relacionamento, amizade e afetividade a dois. Duas metades estão envolvidas. Há que se treinar ser amigo, trocar experiências. Hão que ser cúmplices da mesma aventura. Há que se reconhecer erros. Quem não erra? Quem não tem a-titudes tolas, infantis? Muitos ganham batalhas, mas perdem o amor... Bom dia!
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