...de ainda não ter nenhum Instituto Confúcio (centro para o aprendizado da língua e de estudos culturais da China), o Brasil também está na rota do mandarim. Desde 2005, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) oferece um curso de extensão de mandarim. Todas as vagas foram preenchidas devido ao interesse dos alunos nas futuras relações econômicas com os chineses. Em março deste ano nasceu o curso de extensão em mandarim da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O mandarim está também na Universidade Estadual de Maringá e na Unisantos. Pois então: depois da acupuntura, das artes marciais e do budismo, agora os chineses querem exportar a sua língua. Seria esse o sinal que faltava para testemunharmos a ascensão definitiva do império vermelho?
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